Gestantes Educação – era só o que faltava

Educação – era só o que faltava

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Se você está grávida, deve ter passado por algumas situações desagradáveis por aí, não? A vida em sociedade traz muitas coisas boas, mas aquelas coisas que são ruins, vou te contar, valem o dobro. Existem pessoas maravilhosas que fazem a gente curtir ainda mais essa fase lindíssima da nossa vida, mas tem aquelas que vão do “bom dia” ao “#$*@%*@#” em menos de 5 segundos!

É o fim da picada! Já temos tanta coisa pra resolver, tantas preocupações! É cuidar da alimentação, da saúde, das consultas e exames, do quartinho do bebê, das nossas roupas da moda gestante (claro! Queremos ficar na moda nessa fase também!) e do enxoval do pequeno, das infinitas perguntas e cobranças da família… e ainda temos que lidar com gente mal-educada pela rua afora! Ahhh, nos poupem!

Dia de NÃO sair de casa

É… tem dias em que o melhor é ficar quieta em casa mesmo.

Algumas gestantes vão trabalhar de ônibus, e seguem nessa rotina até perto do dia do nascimento do bebê – algumas chegam a entrar em trabalho de parto no próprio ambiente de trabalho, de tão longe que vão. Mas voltemos ao ônibus. Ai, que inferno… Sabe aqueles bancos reservados para gestantes, idosos e deficientes? Pois é. Dá só uma olhada: estão ocupados por jovenzinhos de fone de ouvido – uma espécie de passaporte que diz “nossa, tia, eu tava distraída e nem te vi, desculpa”.Parece que o fone de ouvido, além de deixar surdo, deixa meio cego também… A menos que você ‘dê um sacode’ na figurinha “distraída” ali (ou um outro passageiro mais atento), você fará a viagem de pé, com barrigão e tudo.

Assento preferencial

E quem disse que ir de pé por falta de educação alheia é o que pode acontecer de mais desagradável? Que nada… Provavelmente o ônibus está lotado. Muita gente em pouco espaço significa, invariavelmente, empurrões, tropeços, perdas de equilíbrio, trombadas de bolsas, sacolas mochilas e afins, desodorantes vencidos… E se o motorista meter o pé no freio de repente?? Xiiii… Aí é aquela onda de gente sendo arremessada lá pra frente – e você no meio. Afe… não bastasse o empurra-empurra pra entrar no busão, você não consegue se sentar nas cadeiras reservadas a você e ainda tem que aguentar essa confusão toda durante a viagem!

Ah, mas não basta ser passageira de ônibus sofredora: tem que aguentar as críticas “veladas” nas filas de atendimento preferencial. Afinal, nos dias de hoje, todo mundo está sempre com pressa. Imagine se, de repente, chega uma gestante e passa na frente da fila?? Por mais que seja um direito garantido por lei – e compreendido por todos -, ali na prática chega a ser um acinte. Algumas grávidas passam batido pelos olhares raivosos do restante da fila, mas não são maioria – essa tal maioria morre de vergonha de passar na frente e fica sem saber se passa ou não. Quantas já ficaram quietinhas lá atrás, fingindo que tá tudo bem, que a perna nem inchou…

Aí você pensa: “moda gestante? Enxoval? Um monte de exames? Ai, quem me dera fossem minhas únicas preocupações”. É dureza, não é? Um momento tão mágico e o mundo inteiro parece que tirou o dia para te fazer raiva.

Se o dia está ruim, nem pense em escadarias. Obviamente você não vai conseguir subir no pique até o último degrau – e mais obviamente ainda, o pessoal que vem atrás não vai poupar críticas e suspiros impacientes ao “ultrapassar” você, olhando com irritação como se você estivesse cometendo um crime só por estar grávida.

Refeição

Aí, enfim, você consegue chegar no restaurante a quilo. Ah, essa hora chega a ser engraçada! Quando uma pessoa chega para se servir e percebe que logo à sua frente tem uma gestante, ela já até afrouxa os ombros, desanimada, pensando: “Ô, meu Deus… ela vai demorar, vai carregar toda a comida das bandejas… logo hoje que tô com pressa!”. Como se fôssemos dragas de comida, não é mesmo?? Tipo aquelas que usam para retirar o excesso de areia do leito dos rios!

Pega leve com a gente, pessoal!

Grávidas não estão doentes, mas estão maiores e mais lentas, então é claro que não teremos a mesma agilidade que vocês ao andar pela rua, ao subir escadas, etc. Estamos numa situação delicada, com uma criança crescendo em nosso ventre – e apesar dela estar protegida pelo nosso próprio corpo, não se pode permitir que aconteçam trombadas, empurrões e pancadas nessa região.

Os assentos reservados para gestantes dos ônibus não estão ali à toa. O peso extra e a demanda de energia que nosso corpo sofre durante essa fase nos deixam cansadas muito mais depressa; aí podem acontecer tonturas, desmaios… imagine isso dentro de um ônibus lotado? Essas cadeiras devem estar livres para que essa situação seja evitada. Além do mais, em caso de freadas bruscas, quem está sentado está mais protegido do que quem está de pé, e essa é outra forma de ficarmos protegidas num ambiente tão apertado e tão cheio de gente.

Fila preferencial

As filas preferenciais nos atendimentos bancários e outros também foram feitos levando em consideração nosso cansaço repentino. Se desmaiarmos no meio do banco, o tumulto vai ser bem maior do que nossa simples “furada de fila permitida por lei”, garanto! Rapidinho somos atendidas e liberamos a fila de novo, seja paciente.

Ah, a fila no restaurante? Bom… algumas de nós realmente têm um apetite meio exagerado e acabam demorando mais na hora de servir porque pegam um pouco de cada opção do buffet. Mas como dizem nas redes sociais: #quemnunca? Pode ficar tranquilo; quando demoramos para servir, não leva tanto tempo a mais do que os outros . E também não vamos pegar toda a comida do dia, viu? Isso é só intriga da oposição, hehehe!

Somos mães, assim como as mães de vocês. Tratem a gente com carinho. 😉

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