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Vitrinismo: uma necessidade contemporânea

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Vitrinismo: uma necessidade contemporânea

A comunicação é uma ferramenta vital para qualquer marca na atualidade. A concorrência é grande em basicamente qualquer setor, de modo que é preciso se diferenciar. Para isso, as empresas recorrem ao marketing e à publicidade, aproveitando os espaços da mídia para construírem uma imagem forte para suas marcas. No entanto, os próprios pontos de venda podem ser canais de comunicação. Nesse âmbito, surge o vitrinismo.

Vitrinismo: o que é?

O marketing visual (ou visual merchandising) é um ramo do marketing que se dedica ao estudo e à implementação de técnicas que tornam o ponto de vendas e os produtos em exibição mais sedutores ao olhar daquele que os contempla. Isso inclui as vitrines como o mais importante canal de comunicação no PDV.

Estudos apontam que a exposição de produtos em vitrines pode influenciar até 50% das decisões de compra – há profissionais que acreditam que esse número possa ser ainda maior. Por isso, a criação de vitrines de vidro criativas, com composições eficientes aos objetivos de comunicação, tornou-se uma profissão: o vitrinismo.

O que deve ser levado em consideração ao montar uma vitrine?

Vitrinista é o nome dado ao profissional desta área cada vez mais requisitada. Esse profissional, conforme seus estudos, possui sólidos conhecimentos em marketing, arquitetura e design (tanto de produtos quanto de interiores). Esse tipo de conhecimento permite identificar quais aspectos precisam ser levados em conta na hora de construir uma vitrine poderosa. Saiba quais são:

Vitrinismo: uma necessidade contemporânea

Objetivos

Assim como as campanhas publicitárias, as vitrines também precisam de um objetivo mercadológico e de comunicação para nortear sua composição: vender mais o produto X, promover o lançamento do produto Y, dialogar mais com o público Z, fortalecer na marca a noção de elegância/sofisticação/criatividade, e por aí vai.

Temática e linguagem

As vitrines não são apenas aglomerados de produtos à venda. Elas devem ser utilizadas como verdadeiras obras de arte que seduzam quem passe à frente da loja. Por isso, levando em consideração os objetivos mencionados anteriormente, é preciso que as vitrines sejam construídas com um tema específico. A linguagem visual deve respeitar a identidade da marca e também o público-alvo a ser atraído pela vitrine. Dessa forma, é possível atrair as pessoas certas, e esses clientes já entram na loja com uma ideia clara do que vão encontrar. Quanto à temática, vale a pena explorar as datas especiais, como dia das crianças ou Natal, mas é sempre bom ressaltar que a concorrência pensa da mesma maneira, o que exige criatividade.

Produtos

É preciso levar em consideração que as vitrines são pequenas “amostras”, de modo que é preciso selecionar bem quais serão os produtos a serem exibidos, já que é impossível mostrar tudo. Pense na maneira correta de posicioná-los, estabelecendo hierarquias do produto de maior destaque ao de menos destaque. Renove os produtos da vitrine de tempos em tempos, pois a sensação de “sempre a mesma coisa” não é legal para a imagem da loja.

Composição em harmonia

Para atrair a atenção das pessoas e ajudar na hierarquia dos produtos, é preciso ter noções de composição, evitando um acúmulo de informações e mantendo sempre espaços livres. Procure ter noção dos impactos das cores na psicologia do consumidor e crie uma composição harmoniosa, sem ser “apagada” demais, mas também sem ser agressiva ao olhar das pessoas.

Iluminação e limpeza

Por fim, certifique-se de que a iluminação está adequada a cada item em exibição, ressaltando seus detalhes e tornando-se atraente ao consumidor. Além disso, é preciso que os vidros estejam sempre bem limpos para não transmitir a sensação de “abandono” às pessoas.

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