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Eletricidade: Um labirinto de saídas fáceis.

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Eletricidade: Um labirinto de saídas fáceis.

Desde quando o filósofo grego Tales de Mileto fez a descoberta da eletricidade, esfregando um âmbar em uma talhada de pele de carneiro e observando que pedaços de palhas e fragmentos de madeira começaram a ser atraídos pelo próprio âmbar, esse importante elemento físico/científico faz parte da vida humana. No passar dos séculos, outras personalidades contribuíram com o avanço dessa ciência, fazendo inúmeras descobertas e construindo invenções que faz parte da vida humana até hoje, como a descoberta da energia elétrica, feita por Benjamin Franklin, conhecido como o pai da eletricidade; ou o surgimento de uma fonte com corrente elétrica, elaborada por experimentos de Luigi Aloisio Galvani e Alessandro Volta; a lei da eletromagnetismo, tutorada por James Clerk Maxwell, entre outras. Entretanto, muitos aparelhos elétricos que surgiram após esses experimentos, como o chuveiro, micro-ondas, secador de cabelo, necessitam de um elemento substancial para seus funcionamentos, desvendado pelo físico alemão George Simon Ohm (1787-1854), chamado resistência elétrica.

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O costume desmoderado cega razões simples.

Em época de inverno, boa parte da população desenvolve técnicas e utiliza-se de objetos visando o aquecimento de seu corpo, deixando ele confortável para as atividades diárias. Ações como o uso de chuveiros elétricos, secadores de cabelo, ar-condicionados, torneiras de dupla-abertura (quente ou fria) são comuns. Mas em outras estações do ano, como o verão, os objetos que dispõem de resistores de eletricidade são muito utilizados também, tendo vários objetivos para seu uso, como a economia de outros componentes, por exemplo, o gás. Aparelhos como o forno e panela elétrica, batedeira, liquidificador são adágios que podem ser observados. Entretanto, poucas pessoas sabem como agir em caso de quebra para alguns desses objetos. Muitos pensam que ele pode estar velho demais, outros questionam a sua qualidade. Mas a justificativa mais plausível para essa pane é o aquecimento excessivo da resistência elétrica, que acaba gerando uma avaria nos resistores de determinado utensílio.

Averiguação acentuada: Uma praxe pouco utilizada.

Muitos desses problemas se deve ao alto uso de determinado equipamento no dia a dia. Por exemplo: Uma família de seis pessoas, que toma, em média, 6 banhos quentes por dia (2 por pessoa), tem uma propensão maior de desgaste do seu chuveiro comparado a um contingente de pessoas que consome 3 banhos por dia. O hábito excessivo, somado ao mal uso de qualquer aparato, culmina na defasagem do mesmo. Todavia, o custeio do objeto quebrado é baixo e sua instalação simples. No Brasil, o preço de um resistor varia de aparelho, mas não foge de um teto máximo de 60 reais. Sua introdução ao utensílio é feita com quatro ferramentas: Escova de Limpeza, chave de fenda, lixa e alicate. O tempo usado para a instalação é em média de 10 minutos e todo o procedimento deve ser feito com o apetrecho desenergizado.

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Portanto, o cidadão precisa ter um senso observatório mais critico e sucinto quando alguma avaria ocorrer em qualquer aparelho doméstico. O problema pode aparentar ser grande, mas a solução, simples.

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