
Com o calor que anda fazendo no Brasil nessa época do ano, um bom banho é o que muitas pessoas mais querem ao final de um dia de trabalho. E por esse motivo, cresce a quantidade de unidades de chuveiros comercializados em todo o país.
E também cresce a quantidade de chuveiros que são trocados por apresentarem algum tipo de problema técnico. Mas a grande pergunta que se faz é a seguinte: quando se deve optar pela substituição de um chuveiro?
Para responder a essa pergunta, alguns conceitos importantes devem ser levados em consideração, especialmente em relação ao próprio funcionamento do chuveiro. São questões relacionadas ao tempo de uso e principalmente à resistências elétricas.
O que é um chuveiro e como ele funciona?
Um chuveiro nada mais é do que uma terminação de rede d’água que é utilizada pelas pessoas para tomar banhos. Eles possuem uma série de orifícios pequenos por onde passa a água que permite às pessoas se banhar.
Por ser um item importantíssimo para que as pessoas consigam manter a higiene pessoal em dia, é fundamental que uma casa tenha ao menos um para que todos os moradores possam se banhar.
Apesar de nos parecer algo moderno, o chuveiro já está presente na história da humanidade há bastante tempo. De acordo com pinturas encontradas em vasos e cerâmicas da Grécia Antiga e do Egito Antigo, o chuveiro já era um item usado para a higiene pessoal naquela época.
É evidente que esse ancestral do chuveiro moderno era um pouco diferente e de funcionamento mais simples do que o atual, que só foi introduzido no Brasil na década de 1940.
O funcionamento de um chuveiro moderno é bem mais simples do que muitas pessoas podem pensar: dois resistores trabalham para proporcionar um aquecimento rápido e eficiente da água que sai pelos orifícios do aparelho. Um dos resistores tem alta potência, sendo que o outro tem baixa potência, e são interligados por um diafragma de borracha. Para que a pessoa selecione se deseja que a água fique mais quente ou mais fria, basta que uma pequena chave seletora seja direcionada até o ponto desejado. Essa chave acionará o resistor responsável pela temperatura desejada.
Para completar o processo, a água passará pelo chuveiro e pressionará o diafragma de borracha, que aproximará os contatos da resistência aos contatos energizados e aquecerá a água, caso ela passe pelo resistor de alta potência. Caso a pessoa tenha optado por um banho mais frio, o processo levará a água ao contato com o resistor de baixa potência.
A resistência é um item importante dentro do processo
A resistência elétrica que proporciona ao chuveiro a capacidade de aquecer, amornar ou esfriar a água, nada mais é do que o composto pelos dois resistores que falamos acima.
É ela que funciona como uma espécie de coração do chuveiro elétrico, permitindo que o mesmo funcione plenamente, e por este motivo, quando ela “queima”, é necessário que se faça a troca dela.
E o que torna a resistência elétrica, bem como os chuveiros de hoje em dia tão práticos, é que a troca, em caso de mau funcionamento ou defeito, é bem simples de ser efetuada.