Em grande parte dos casos, a pintura predial envolve uma série de questões e até mesmo dúvidas – e nessa ampla relação de pontos, uma das mais comuns é com relação ao momento mais oportuno para realizar esse processo.

De maneira resumida, a presença de manifestações patológicas identificadas na pintura do empreendimento poderá indicar se de fato é chegado o momento de realizar uma nova pintura ou não.

Questões como infiltrações de água por meio de fissuras e até mesmo trincas, bem como descascamentos, bolhas, desgaste da resina ou um visível desbotamento podem revelar que é um bom momento para dar uma repaginada no visual do prédio.

Quando é preciso pintar um prédio?

Todos nós gostamos de morar em um ambiente que desperte conforto, e isso inclui também cuidados com a fachada do prédio, não é mesmo?

Uma pintura de qualidade pode agregar ainda mais valor para o imóvel e garantir que ele também seja bem visto pelos moradores, visitantes – e até mesmo interessados em adquirir um apartamento no local.

É bem verdade que todo mundo sai ganhando quando um prédio é bem cuidado. O fato é que todo esse processo exige recomendações e cuidados essenciais, para que, no final das contas, o resultado seja realmente positivo.

Pintura predial – a melhor hora de pintar

Como já dissemos no inicio desse artigo, são as manifestações patológicas que podem indicar que é realmente necessário se realizar uma pintura predial.

Em geral o tempo que é necessário para que tais patologias acabem surgindo poderá variar substancialmente – isso porque deve-se considerar condições provenientes à exposição da edificação, qualidade do material de pintura que foi usado anteriormente e até mesmo a espessura da película que foi aplicada.

Fachadas que sejam consideradas menos ensolaradas e que também sejam voltadas para a direção das chuvas, caixa d’água, áticos, platibandas superiores, molduras horizontais, entre outros aspectos, tendem a obter um desgaste muito mais elevado quando comparadas com locais que tenham mais proteção.

Diante disso, as especificações necessárias devem ser sempre mais rígidas, ou seja, no caso da tinta, por exemplo, é necessário, que uma demão a mais seja considerada – isso exige mais compra de material e mais gasto.

Vale salientar que não existe uma época própria do ano para que a pintura de uma edificação seja realizada. Algumas pessoas acreditam que é necessário se projetar para meses específicos.

Na realidade não existe uma regra quanto a isso, porém, os meses entre abril e setembro tendem a ter maiores períodos de estiagem, o que pode agregar um tempo mais ágil para que o trabalho seja efetivamente consumado.

Com relação aos períodos mais chuvosos do ano, é importante que se tenha um amplo respeito com relação aos limites de aplicação, levando em consideração a umidade relativa e também a temperatura.

Aqui, vale também um outro ponto de atenção: em épocas de maior incidência de chuva é muito possível que se tenha chances de perda de material.

Como no Brasil ocorrem muitas chuvas repentinas, e até mesmo fora das épocas recorrentes, é interessante sempre ter um planejamento adequado que considere a ocorrência de chuvas, mesmo em meses de estiagem.

Procedimentos básicos de pintura predial

É sempre recomendado que se realize previamente uma avaliação minuciosa de como está o estado do sistema de revestimento do prédio – tal avaliação deve ser impreterivelmente realizada por um profissional que possua experiência nesse processo.

No mercado atual, há uma grande variedade de empresas que fazem esse tipo de consultoria, o que garante mais comodidade e segurança para os condôminos – que, no final das contas, estarão investindo nesse projeto e são sempre os mais interessados.

É justamente um time de profissionais que poderá avaliar de forma assertiva a real necessidade de se fazer uma intervenção reparadora ou até mesmo indicar um projeto executivo.

Outro ponto importante é que toda e qualquer fachada predial precisa ser lavada antes de se realizar o processo de pintura ou texturização – nesse caso, é indicado que ela seja lavada por meio de um processo chamado “hidrojateamento”, que permite a remoção de diversos poluentes e até mesmo microrganismos que estejam presentes no local.

Isso também facilita que sejam identificadas, de forma mais precisa, eventuais fissuras, bolhas, rachaduras mais graves, entre outros pontos que precisam ser sanados antes da pintura de fato.

Ainda antes da pintura, é necessário seguir uma outra orientação importante, que consiste na impermeabilização da fachada – essa alternativa é sempre aconselhável, principalmente para edificações que já possuam um histórico de infiltrações.

Como você viu, a pintura predial requer uma série de cuidados, e todos os pontos relacionados até aqui são considerados básicos, e somente um profissional da área poderá certificar tudo que será necessário para consumar um trabalho de excelência.