A publicidade é definida como a utilização dos meios de comunicação com o objetivo de divulgar um determinado produto, serviço ou empresa, de modo que os receptores da mensagem sejam persuadidos a comprar o que é anunciado, visando ao lucro do anunciante. Isso pode ser feito de diversas maneiras, como filmes de 30s para televisão, spots nos rádios, anúncios em jornais e revistas, criação de sites para empresas, distribuição de flyers, banners em outros websites etc.

Essa infinidade de meios é bastante vantajosa, mas será que o conteúdo das mensagens elaboradas pelas empresas tem sido eficaz? Dia após dia, todos somos bombardeados com imperativos e superlativos, como “compre”, “garanta”, “o melhor”, “o único” etc. O abuso desse tipo de linguagem tem posto em questionamento a eficácia dos anúncios: se toda empresa anuncia que tem “o melhor” produto, esse argumento passa a ser questionável e deixa de ser um diferencial, já que todo mundo usa.

Como resolver o problema?

Uma das maneiras de abordar o cliente de uma forma que lhe seja mais interessante é o marketing de conteúdo, que pode ser definido como um conjunto de estratégias que criem e ofereçam ao cliente conteúdo de qualidade, isto é, informações úteis para despertar interesse e criar uma percepção positiva da marca. Ao contrário da publicidade convencional, que vai atrás do cliente, a ideia do marketing de conteúdo é fornecer essas informações como “isca” para que o cliente seja atraído e venha procurar a marca por vontade própria.

Por que investir em marketing de conteúdo?

Por exemplo, uma empresa que vende pisos de madeira atrairá mais clientes em potencial se oferecer dicas sobre como limpar, polir e envernizar os diferentes tipos de madeira do que simplesmente se sair anunciando que tem “a melhor solução” em pisos de madeira. O cliente deseja receber algo em troca, e esse algo consiste em conteúdo relevante.

Como fazer isso?

Esse conteúdo pode envolver: dicas, artigos, notícias relacionadas, tutoriais, infográficos, vídeos etc. Para a distribuição, podem ser utilizados os próprios sites das empresas, redes sociais, canais de vídeos, blogs, newsletters, e-mail marketing, landing pages, e até mesmo promoção de eventos.

Ao produzir esse tipo de conteúdo, é preciso conhecer profundamente o seu público-alvo e descobrir o que ele gosta, o que está procurando, quais temas são de seu interesse, quais dificuldades ele tem encontrado, quais produtos ele usa, em quais valores ele acredita, quais meios de comunicação ele utiliza etc. Quanto mais informações você adquirir, maior será o grau de segmentação desse público e, em consequência, mais personalizado poderá ser o conteúdo que você oferecerá.

Na elaboração dos textos, imagens ou vídeos, é importante ser o mais completo possível, mas sem ser cansativo. Além disso, é preciso ter senso estético e criar conteúdos visivelmente atraentes. Erros de português: nem pensar.

Como posso mensurar a eficácia do marketing de conteúdo?

Isso é possível de se verificar analisando as taxas de tráfego no site da empresa, engajamentos em redes sociais, taxas de conversão, quantidade de vendas, quantidade de leads, feedbacks de consumidores, rankings de SEO, tempo gasto no site e crescimento em assinaturas. Não se esqueça de estar sempre de olho na concorrência.

Outras Vantagens

  • Melhorar o relacionamento com o cliente;
  • Aumentar o engajamento dos clientes com a marca;
  • Fidelizar clientes antigos;
  • Criar “defensores” da marca;
  • Aumentar vendas.

E aí, está esperando o que para investir em marketing de conteúdo?